Das coisas que eu já li em algum outro lugar(neste caso, na minha coleção do Pasquim21) e me deparo novamente aqui na Web.

Mais uma vez Faustino Von Wolffenbüttel. Fazer o que n eh mesmo? Vê se eu posso com isso:

“Tenho algumas macieiras no quintal, e antes de ir para o trabalho deixo duas dúzias numa mesinha em frente de casa e uma caixinha onde os “clientes” depositam o dinheiro das frutas. Hoje à noitinha não havia mais uma sobre a mesa e a conta bateu direitinho: 75 centavos por maçã. Embolsei os trocados, e ao entrar em casa minha mulher me informou que a enfermeira aparecera para ver nossa filha, que nasceu há duas semanas. Acompanhei o parto da minha mulher, e desde que ela voltou para casa uma enfermeira nos visita duas vezes por semana, o que acontecerá até a menina completar seis meses.”

O resto? Aqui na versão On line do Caderno B do JB: Um dia nos anos 70

Ainda que comunista, bêbado e endividado, o sujeito é responsável por boa parte da meia de ruminância diária a que dedico meus pensamentos. Nostálgico de um tempo que não foi meu, temo tornar-me ultrapassado antes mesmo dos primeiros fios de cabelos brancos. Mantenho a fé, no entanto, de uma melhora das condições de vida de nossa gente mediante o uso de nosso conhecimento para o bem de todos. Ou, como diria o velho lobo neste no texto acima: “Se o governo brasileiro fosse composto por seres humanos, que belo país seria o nosso, não é mesmo?”