“Sei que não chegou a hora de se ir embora é melhor ficar (…) E esse meu canto que não pressssstaaaa… que tanta gente então detesta… mas isso é tuuudo que me resta…. nesta festaaa haaaaa” Dale, Raul.
Ah, um cachorro sarnento, um chão enlameado, numa feira de domingo, uma chuva intermitente não tão sonora quanto os brados do vendedor de laranjas, doces e a ‘dez pelum real’. Uma gritaria insana e uma docilidade de uma gente que luta a cada dia por sua sobrevivência. No trabalho e fora dele. Eu? apenas um ponto apático cruzando o caminho de frutas e verduras podres no chão.
Preciso de Internet. Navegar é preciso, ora pois. Assim como o culpado carece de confessar-se. Aliva a tensão, danar-se no turbilhão de bits passando em frente aos olhos. Sim, há como conversar com o senhor de barbas brancas também pela Internet. Espia só: i-God . Em tempos de i-phones, i-tunes e i i i is…
Mas não posso reclamar dos últimos dias. Existe, sim, vida além da Internet. Ainda que muitos céticos e outros conservadores não admitam.
“…eu vou indo em busca de um sonho tranqüilo… -Quem sabe?”
Voltarei. Breve, breve.

2 comments
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20 Outubro, 2008 às 9:32 am
Jimenna
Viciado…
20 Outubro, 2008 às 9:53 am
Jimenna
ah… esse teu Deus é muito peba, não sabe de nada. Talvez o diabo seja mais tentador.